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Checklist do Investidor Iniciante

A dúvida mais comum quando se decide investir é: por onde começar? Esse artigo vai mostrar o passo a passo para o investidor iniciante introduzir nessa jornada com o pé direito.

Na imagem a Patrícia Rezende escrevendo em um flipchart


A grande virada de chave. 

Para muitos, esse momento acontece justamente quando se começa a investir. 

A verdade é que fazer parte do grupo de pessoas que sabem fazer o dinheiro trabalhar para si causa uma grande transformação interna. 

A maioria de nós não aprendeu a lidar com as finanças da forma correta. Gastamos mais do que temos, trabalhamos só para pagar contas, nos endividamos, perdemos saúde e qualquer emergência faz o buraco ser ainda mais fundo. 

Quando o calo aperta e a única solução é mudar ou mudar e você quer aprender sobre investimentos, a primeira lição é saber que tudo começa de dentro pra fora. 

É justamente isso que você vai aprender no decorrer deste texto. 

A partir de agora eu vou pegar na sua mão e te levar em um passo a passo super didático para que você se torne um investidor iniciante de sucesso.

Bora comigo!






O que você vai aprender:






A expressão da riqueza 

Ser uma pessoa rica é praticamente um desejo universal. É fato que o dinheiro não traz felicidade, mas ele proporciona tranquilidade, experiência, conforto, realização de sonhos, enfim, milhares de coisas e situações que com certeza deixam qualquer um com um sorriso estampado no rosto. 

E a não ser que você seja herdeiro(a) ou ganhe na loteria, vai precisar fazer como as pessoas comuns e construir a sua própria expressão da riqueza. 

Não dá para enriquecer só ganhando dinheiro, só economizando ou só investindo.

A balança fica desequilibrada e uma hora a fonte seca. 

O primeiro passo do investidor iniciante é aplicar a fórmula ter receita + saber gastar + investir de forma inteligente. Estes fatores, quando somados, resultam em dinheiro surgindo do próprio dinheiro. 

É a renda passiva que todo mundo deveria buscar conhecimento para colocar em prática. 



Receita

A sua receita precisa vir de algum lugar. 

O mais comum é que essa fonte de renda surja de um trabalho formal onde você troca as suas horas e o seu conhecimento por um salário no final de todo mês.

Se este for o seu caso, a primeira dica que eu dou é para que você mantenha-se sempre atualizado e entregue, quando possível, mais do que o esperado. 

Ao longo do tempo isso pode ajudar em futuras promoções e, consequentemente, no aumento desta receita.

Paralelamente ao seu trabalho formal, caso você julgue interessante, é possível fazer alguns bicos para conseguir uma renda extra. 

Entenda que o primeiro fator da expressão da riqueza é a receita. Se você já possui uma receita, ótimo! O objetivo então passa a ser aumentá-la. 



Saber gastar

Um dos maiores desafios está neste ponto. 

É no saber gastar que muita gente se embola e perde o controle. 

A conta é muito simples, você deve gastar menos do que recebe. 

Só que aqui entra uma ferramenta que em tese deveria facilitar a nossa vida, mas que quando utilizada de forma errada, faz um estrago gigantesco. 

Por aí o cartão de crédito veio à mente? Pois é, estou falando dele mesmo! Tem o potencial de ser o grande aliado ou o vilão das suas finanças. 

Fora o cartão de crédito, existem ainda o cheque especial, os empréstimos, o cheque. 

O problema dessas ferramentas é que muitas pessoas acabam somando o limite delas ao salário, criando assim um super salário ilusório.

E aí, ao invés de gastar dentro do limite de gastos da receita fixa mensal, faz-se contas com o limite do dinheiro emprestado. 

A bola de neve começa com um potencial devastador.

Por isso essa parte é crucial. Gosto até de citar como exemplo duas pessoas que ganham salários diferentes, Maria e João. 

Maria ganha R$3 mil e economiza R$1mil. João ganha R$5mil e gasta R$6mil. 

No final do mês, quem está mais rico e em situação mais tranquila?

Com certeza a Maria.

Saber administrar a sua grana é um passo tão importante quanto o valor da receita. 



Investir de forma inteligente

Por fim, não basta ter receita e saber gastar de forma inteligente se você não colocar o dinheiro economizado para render mais dinheiro. 

Aqui é importante conhecer qual é o seu perfil de investidor, o objetivo do investimento e os produtos disponíveis. 

No decorrer do artigo vamos entender melhor sobre cada um destes pontos. 



O controle financeiro

Tudo passa pelo controle financeiro. 

Lembra que no saber gastar falamos sobre a importância de saber administrar o dinheiro?

Então, tudo começa no controle financeiro. 

De cara, existem duas formas que você pode fazer o seu controle.

A primeira envolve anotar os gastos passados porque você vai ter um panorama de para onde o seu dinheiro está indo e, com essa informação, pode cortar, reduzir ou substituir as despesas. 

A segunda envolve começar a anotar os gastos atuais e, posteriormente, fazer a análise para cortar, reduzir ou substituir as despesas.

Os dois jeitos são bem funcionais e ajudam na visualização de como está o seu consumo mensal. 

Vamos conferir abaixo as ferramentas que podem te ajudar nessa gestão e uma metodologia que pode auxiliar na hora de fazer a análise e os ajustes necessários do seu controle. 



Planilha

As planilhas são as queridinhas de muitos quando o assunto é organização financeira. 

Práticas e automatizadas, elas facilitam a vida de quem não quer ficar fazendo conta na mão ou em uma calculadora. 

A recomendação é que o ato de anotar as entradas e saídas façam parte de uma rotina diária ou semanal. 

Não adianta nada fazer o controle no primeiro mês e nos próximos deixar correr solto. O hábito deve ser contínuo e alinhado aos seus objetivos.

Aqui na Positive nós desenvolvemos uma planilha que é muito simples, funcional e intuitiva. Para fazer o download dela, clique aqui! 



Aplicativo

Seguindo a mesma linha da facilidade, os aplicativos para celular vêm ganhando muito espaço na preferência de ferramenta do controle financeiro.

Isso porque é possível fazer as anotações a qualquer hora e em qualquer lugar. Claro, as planilhas também podem ser acessadas pelo celular, mas elas funcionam muito melhor em um computador ou notebook por causa da responsividade. 

Já o aplicativo, que é feito para se adaptar às telas dos celulares, é confortável, prático e dinâmico. 

A Positive também desenvolveu o seu próprio app, de forma que você pode escolher se prefere fazer o controle utilizando a nossa planilha ou o nosso aplicativo.

No Positive App você consegue:

– Fazer o lançamento das receitas e despesas de forma categorizada;

– Cadastrar contas bancárias, cartões e o dinheiro da carteira para fazer a gestão de tudo em um único lugar;

– Gerar quantos relatórios quiser e sempre que necessário;

– Acessar as últimas notícias do mercado.

Tudo isso de forma totalmente gratuita!

Para fazer o download do seu, clique aqui! 



Metodologia 50/30/20

Uma dúvida muito comum na hora de fazer o controle é a seguinte: como eu divido a minha receita?

A metodologia 50/30/20 serve para te dar um norte do que pode ser feito. 

Funciona assim:

50% da sua renda será gasta com custos fixos (aluguel, luz, internet, celular, supermercado – ou seja, contas que são fixas e chegam todo o mês).

30% para reserva de emergência/investimentos. Esse é o montante que deve ser economizado todos os meses para uma futura emergência e/ou para fazer o dinheiro trabalhar pra você.

Ainda é possível fazer uma subdivisão dentro desses 30%, como por exemplo, metade para a reserva de emergência e metade para investimentos. 

20% para lazer. É a parte do dinheiro que será torrada! Quer ir ao barzinho, cinema, restaurante ou fazer compras? Use essa porcentagem.

“E se eu quiser adaptar e utilizar 60/30/10?”

Fique à vontade! Você pode moldar a regra para que ela fique mais confortável para as suas necessidades. ⠀

O importante é que o controle seja feito!



As dívidas

Ah, o terror das noites mal dormidas e o tormento na vida de pelo menos 66,3% dos consumidores brasileiros em dezembro de 2020 segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic). 

A falta de organização financeira, o excesso de parcelamentos, as compras desnecessárias, os empréstimos a juros terrivelmente altos… O combo das dívidas geralmente é devastador. 

Basta um pequeno deslize para perder o fio da administração financeira.

Antes de investir é importante que as suas dívidas estejam quitadas ou, pelo menos, em dia. 

Isso porque os juros das dívidas na maioria das vezes são bem maiores do que a rentabilidade que um investimento pode proporcionar.

Então, se você quer cuidar melhor do seu dinheiro e ser um investidor iniciante que começa com o pé direito nesse universo, a parte das dívidas requer um cuidado especial. 

Para ajudar, preparei um mapa anti endividamento! Olha como funciona: 



Como montar um mapa para exterminar os débitos

Fase 1: Faça uma lista de todas as suas dívidas. Coloque os valores, os juros, as datas de vencimento e o motivo de cada uma delas.

Fase 2: Pegue o seu controle financeiro (que você já aprendeu a fazer mais cedo) e execute uma análise minuciosa para saber o que você pode substituir, cortar ou diminuir nas despesas para que a sobra mensal seja maior. 

Fase 3: Após essa análise, separe o dinheiro referente ao abatimento total/parcial da dívida. Antes de voltar a quitá-la, tente uma renegociação com o credor para verificar a possibilidade de desconto. 

Fase 4: Com dívidas listadas, controle feito e tentativa de renegociação, a última fase compreende você encaixar no controle financeiro a parcela da dívida (caso não tenha quitado integralmente). Aqui é importante seguir o planejamento com muita responsabilidade, ok? É tentador gastar, mas não deixe esse sentimento te jogar de volta na jaula dos endividados. 



Reserva de Emergência

E se você acordasse amanhã e percebesse que perdeu toda a sua fonte de renda?

Quanto tempo você conseguiria viver sem prejudicar o seu padrão de vida?

A maioria das pessoas não consegue responder essas perguntas por dois simples motivos:

1º Não sabe qual é o seu custo de vida

2º Não tem uma reserva de emergência ou não sabe calcular a sua reserva de emergência

Se você não tem uma reserva, é provável que dentro de uma semana você comece a diminuir o seu padrão de vida ou então a se endividar.

“Ah, eu tenho uma reserva, deve dar por alguns meses”.

Será mesmo?

Para calcular a reserva de emergência, você precisa dividir o valor guardado pelo seu custo de vida mensal.

Por exemplo, você tem dez mil guardados na sua reserva e o seu custo de vida mensal é de cinco mil. Ou seja, se você perdesse todas as suas fontes de renda, conseguiria viver mais 2 meses sem descer o seu padrão de vida ou se endividar.

Possuir uma reserva de emergência é importante porque imprevistos acontecem e nenhum de nós está imune a eles. Um acidente, uma emergência médica, um gasto não previsto, uma oportunidade que surge, mas que vai exigir que você desembolse uma quantia grande. São situações que podem acontecer e podem nos pegar desprevenidos.

A reserva de emergência além de servir como um respiro a esses imprevistos, significa também liberdade financeira.

A recomendação é que caso você tenha um emprego CLT, a sua reserva corresponda no mínimo a 6 meses do seu custo de vida.

Se você for empresário ou trabalhador informal, o ideal é que você tenha guardado no mínimo 12 meses do seu custo de vida. 



Onde alocar?

Existem dois objetivos naturais de uma reserva de emergência: liquidez e segurança. 

Liquidez é a velocidade na qual você consegue transformar um bem em dinheiro. 

Segurança tem a ver com a rentabilidade e desvalorização da sua grana. Por exemplo, não é interessante guardar R$100,00 e retirar menos do que isso, certo?

Então, é preciso procurar produtos de investimento em que a segurança e a liquidez sejam altos. 

Esse tipo de produto vamos encontrar na renda fixa. 

Pode ser tanto o Tesouro Selic (que possui liquidez diária nos dias úteis) como em um CDB de algum banco que renda no mínimo 100% do CDI e que também tenha liquidez diária. 

No caso do CDB, existem bancos que oferecem liquidez diária inclusive aos finais de semana.

Não é o caso do Tesouro Selic, então caso você deixe a sua reserva lá, é interessante separar um montante menor e deixar na poupança – que não é o lugar ideal para você fazer o seu dinheiro render, mas pode ser útil para promover liquidez para a sua reserva de emergência. 

Um ponto que é importante ressaltar aqui é a inflação. 

Se a inflação estiver muito alta, muito provavelmente a sua rentabilidade real não será boa, mas por isso que o objetivo da reserva é segurança e liquidez e não rentabilidade, ok? 



Objetivos

Já dizia o Gato de Cheshire (de Alice no País das Maravilhas) que “quando a gente não sabe para aonde vai, qualquer caminho serve”.

O mesmo vale para quando não temos metas financeiras específicas. Se você não sabe para o quê você quer o dinheiro, duas coisas podem acontecer:

1- Você não vai conseguir guardar dinheiro

2- Você vai acumular dinheiro, mas não vai desfrutar dele

E ambos os casos não são nada saudáveis.

A coisa que eu mais gosto de fazer nos treinamentos é perguntar pro aluno qual é o sonho dele.

“É viajar com toda a minha família no final do ano, Patrícia. Só que é muito caro…”

“Sério? Custa quanto?”

Essa pergunta é sempre seguida de um silêncio.

É provável que você esteja lendo esse texto e se deu conta de que também não sabe a resposta porque nunca procurou.

Tá na hora de resolver esse problema de uma vez por todas, né? 



Montando a sua caixa dos sonhos

A primeira coisa que deve ser feita é a divisão dos objetivos em curto, médio e longo prazo.

Essa separação vai te dar a clareza necessária para que você consiga se programar financeiramente para alcançar cada meta. 

Eu desenvolvi um método para a Positive chamado de Caixa dos Sonhos

Esse método é baseado no sistema de metas SMART e defende que os nossos objetivos devem ser específicos (Specific), mensuráveis (Measurable), alcançáveis (Achiavable), relevantes (Relevant) e possuir um prazo (Time). 

E por que é importante que as metas sejam detalhadas?

Porque dizer “eu quero guardar dinheiro” é diferente de dizer “eu quero guardar R$1000,00 nos próximos doze meses porque isso vai me ajudar a desenvolver o hábito de economizar dinheiro”.

Agora que você já entendeu a importância de ter metas cristalinas, bora para a montagem da caixa dos sonhos!

Caixa dos Sonhos
Qual é a meta?
Qual é o prazo?
Eu preciso de quanto R$?
Para que mesmo?
Até quando?
Por que isso é importante?


A renda fixa 

Se você chegou até aqui é porque a sua vida financeira está em ordem! 

Então, está na hora de conhecer as modalidades de investimento e os produtos que cada uma delas oferece.

Bora saber um pouquinho mais sobre a renda fixa?

Bem, a renda fixa é uma aplicação em que você empresta dinheiro ao banco, a uma empresa ou ao tesouro nacional e recebe dinheiro a juros por isso. 

Por exemplo: os bancos precisam de dinheiro para emprestar às pessoas que vão financiar um carro, certo? De onde você acha que eles tiram dinheiro? De outras pessoas! 

A grande diferença é que o banco pega emprestado a uma rentabilidade menor (por exemplo, 7% ao ano) e empresta a uma rentabilidade maior (por exemplo, de 80% ou mais ao ano).⠀

Para ficar de olho: Em tempos de taxa Selic alta, os empréstimos que as pessoas físicas fazem nos bancos ficam mais caros. Então, tome muito cuidado e sempre, sempre, sempre faça as contas!

O nome “renda fixa” é porque no momento da aplicação você já sabe o prazo e a taxa do rendimento ou do índice que estará atrelado ao investimento. Ou seja, é possível ter uma estimativa de quanto o seu dinheiro vai render e quando poderá ser resgatado.

Índices: Alguns investimentos da renda fixa podem estar atrelados ao índice da inflação (IPCA), a taxa básica de juros (Selic) ou ao Certificado de Depósito Interbancário (CDI). É importante sempre fazer a conta da rentabilidade real (ou seja, descontando a inflação) dos seus investimentos para saber se ele é interessante ou não para os seus objetivos.

Os produtos que oferecem mais segurança são os da renda fixa, por isso é comum vermos pessoas que têm o perfil mais conservador optando por este tipo de investimento.

É importante lembrar que segurança e rentabilidade são inversamente proporcionais aqui, o que significa que quanto maior a segurança, menor a rentabilidade. 

É por isso que a reserva de segurança, como você já viu mais acima, deve estar alocada em produtos de renda fixa porque o que importa é a segurança. 



Produtos

Estes são alguns dos produtos que você pode encontrar na renda fixa:



Onde encontro os produtos?

Tesouro Direto -> No site do Tesouro Nacional ou nas corretoras de valores. 

Poupança -> Nos bancos. 

Debêntures -> Nas corretoras de valores.

CRI, CRA -> Nas corretoras de valores ou em securitizadoras. 

LC, LCI, LCA, CDB -> Nas corretoras de valores ou nos bancos (caso opte pelo banco, você terá acesso ao produto somente daquele banco. Exemplo: CDB do Itaú você só consegue encontrar no Itaú – ou nas corretoras de valores).



A renda variável 

Já na renda variável, você se torna sócio de um produto ou empresa e a sua rentabilidade vai depender do quão bem esse produto ou empresa está no mercado.

Diferente da renda fixa, não é possível saber quanto o seu dinheiro vai render e nem estipular um prazo para isso. 

Porém, a rentabilidade aqui é muito maior, consequentemente, a segurança é menor. Por isso, começar na renda variável exige um pouco mais de conhecimento e preparo do investidor. 



Produtos

Estes são alguns dos produtos que você pode encontrar na renda variável:

  • Ações;
  • Fundos de Investimentos Imobiliários (FIIs);
  • Commodities (ouro, petróleo, boi);
  • Contratos Futuros;
  • ETFs (fundos de investimento que replicam índices);
  • Opções;
  • Moedas e fundos cambiais;
  • Criptomoedas.


Onde encontro os produtos?

É possível encontrar estes produtos nas corretoras de valores. Em alguns casos, como o das criptomoedas, é necessário buscar uma corretora de valores especializada naquele produto. 



Chegou o grande momento: Abrindo conta em uma corretora

Existem alguns pontos que devem ser levados em consideração na hora de abrir conta em uma corretora. 

O primeiro deles diz respeito aos custos. 

Quanto a corretora cobra para abrir conta, realizar operações de compra e venda, fazer a custódia dos seus ativos?

Para quem está começando, eu recomendo escolher uma corretora em que o custo de aprendizado seja baixo. Isso significa que os custos devem ser menores ou até mesmo zerados em comparação com as concorrentes.

Para ficar de olho: Tome muito cuidado com a taxa de corretagem zero! Verifique a qual produto ela se destina porque uma corretora pode oferecer taxa zero de corretagem para operar ações, mas pode cobrar corretagem se a pessoa estiver operando opções.
Então, preste atenção se a isenção contempla o seu produto. 

Depois, pesquise sobre o atendimento, afinal, ninguém merece cair no limbo dos serviços de atendimento ao cliente (SAC) na hora de resolver um problema, né?

Um outro ponto importantíssimo é a responsividade da plataforma.

A plataforma da corretora tem versão web e mobile? Elas funcionam bem? Costumam apresentar muitos problemas?

A plataforma é a ferramenta em que você vai emitir as suas ordens de compra e venda, então uma navegação simples, intuitiva e fluida são essenciais. 

Por fim, verifique a quantidade de produtos que a corretora oferece e também se ela está regularizada perante a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e a B3 (a nossa bolsa de valores). 



Como escolher a melhor?

Aqui no blog da Positive tem um texto super completo que pode te ajudar a escolher a corretora em que você vai abrir conta. 

Clique aqui para conferir o artigo Conheça 7 corretoras para começar a investir.



Aportes

Com todos os passos acima completos, chegou o momento de ligar os objetivos listados na caixa dos sonhos aos produtos da renda fixa ou renda variável



Aporte inicial

Não existe um consenso sobre esse tópico porque os aportes são muito particulares de cada um.

Vai de quanto você tem disponível para começar e também do seu objetivo.

Quanto maior o aporte inicial, menor os aportes mensais e vice-versa.



Aporte mensal

É verdade que você pode aportar somente uma vez e deixar o dinheiro render, porém, os aportes mensais são poderosos na construção da riqueza e também aceleram a chegada até o seu objetivo.

Além disso, eles contribuem bastante para a solidificação do hábito de economizar

Então, aqui vão duas dicas: 

1- Faça aportes mensais de forma contínua 

2- Estabeleça uma quantia que você vai conseguir cumprir todos os meses. O objetivo é que essa quantia aumente ao longo do tempo. 



Resumo do Checklist

Para fixar bem, preparei um checklist com todo esse passo a passo para você seguir e se tornar um investidor iniciante de sucesso!

Ter receita
Saber gastar bem (economizar)
Montar o controle financeiro
Organizar as dívidas
Montar a reserva de emergência
Preencher a caixa dos sonhos com os seus objetivos
Conhecer sobre a renda fixa e seus produtos
Conhecer sobre a renda variável e seus produtos
Abrir conta na corretora
Definir o perfil do investidor
Começar a investir de acordo com seus objetivos


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