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O Guia do Cartão de Crédito

Amado por uns e odiado por muitos, o cartão de crédito precisa ser desmistificado e é isso o que esse artigo vai fazer para você.

na imagem uma mulher jovem feliz e sorridente com penteado afro, usa um celular moderno e um cartão de crédito para fazer compras online | O Guia do Cartão de Crédito
Foto: wayhomestudio

Ele é o grande amor de alguns e uma abominação para outros.

O cartão de crédito possui inúmeros benefícios, mas o que a maioria vive são os problemas que ele está sempre trazendo. Quem nunca teve um descontrole no cartão de crédito está de parabéns, pois de acordo com a última Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), no primeiro trimestre de 2021, 67,5% das famílias brasileiras estão endividadas e em 80,9% dos casos o grande vilão é o Cartão de Crédito.

Mesmo estando tão presente na vida de tantas famílias brasileiras, o “bicho papão” do orçamento familiar ainda possui inúmeras lendas que o rondam. 

Mas não se preocupe! 

Neste artigo vamos esclarecer tudo o que você precisa saber para avaliar se deve ou não ter um cartão de crédito como o seu aliado.


O que você vai aprender


O que é o cartão de crédito? 

Costumamos temer tudo aquilo que não possuímos conhecimento. Isso é um processo natural do ser humano e, sendo assim, aqui vamos explicar detalhadamente tudo sobre o cartão de crédito. 

Desse modo, podemos entender inicialmente, segundo o Banco Central do Brasil (BC), que ele é “[…] emitido por instituição financeira e por instituição de pagamento e exerce dupla função: (i) instrumento de pagamento; e (ii) instrumento de crédito pós-pago.”, ou seja, o cartão de crédito é um meio de pagamento que permite ao portador adquirir bens e serviços pelo preço à vista ou em parcelas. 

O propósito do cartão é facilitar o acesso a bens e serviços, dando ao usuário um poder de compra melhor. Esse poder possui pontos positivos e negativos que veremos agora.

Pontos positivos 

O BC é a instituição responsável pela regulamentação de todo o sistema de tarifas, benefícios e demais aspectos ligados ao sistema financeiro do país. Assim sendo, ele também é responsável pela fiscalização dos cartões de crédito, o que garante que bancos e instituições financeiras não sejam abusivos com seus clientes. Além do ponto positivo de ter um órgão regulamentador ao qual você pode recorrer para identificar seus direitos e deveres, outros pontos positivos são:

  • Prazo de mais ou menos 40 dias para efetuar o pagamento (fatura);
  • Monitoramento de gastos;
  • Facilita o controle;
  • Programa de pontos e benefícios;
  • Possibilidade de fazer compras sem ter o dinheiro em mãos.

Pontos negativos 

Entretanto, como dizem por aí: “em todo mar de rosas, há espinhos”, o cartão de crédito tem pontos negativos que fazem dele um grande vilão do orçamento pessoal e familiar. Não é atoa que ele é o problema de 80,9% dos endividados. Justamente por isso, abaixo você pode acompanhar alguns dos malefícios do uso do cartão.

  •  Possibilidade de fazer compras sem ter o dinheiro em mãos (quando a pessoa está desorganizada, o que era para ser benefício se torna prejudicial). 
  • Juros exorbitantes se você parcelar a fatura ou cair no rotativo. 
  • Taxas de manutenção (nem todos possuem essa taxa, mais pra frente vamos falar dos cartões que não fazem essa cobrança).
na imagem em formato GIF uma animação de uma cartão de crédito com expressão de irritado e soprando fogo | O Guia do Cartão de Crédito
Imagem: Giphy

Dicas para uso vantajoso 

Mesmo causando pesadelos a muitas pessoas, há formas em que podemos tornar o uso do cartão algo bem mais vantajoso. Em outras palavras, dá para ter o cartão de crédito e aproveitar todos os benefícios sem ter dor de cabeça no fim do mês, mas para isso, vamos deixar algumas dicas de uso.

Estipule um valor que poderá ser utilizado mensalmente

Estabeleça um teto de gastos mensais com o objetivo de ter limites e entenda que o seu cartão não é extensão de salário. Portanto, cuide para que este valor não comprometa uma porcentagem muito grande da sua renda mensal. O recomendado é que seja no máximo de 30%.

Acompanhe a sua fatura

Com a digitalização que vem tomando conta do sistema financeiro, hoje é possível acompanhar a sua fatura a qualquer hora do dia pelo aplicativo do banco. Por isso, a dica aqui é conferir o andamento da sua  fatura com frequência por dois motivos: acompanhar a quantia devida e poder agir com rapidez caso o cartão seja clonado ou  tenha os dados roubados. Então, fique de olho para não ter surpresas não desejadas!

Não pague só a fatura mínima

Às vezes, pagar a fatura mínima é uma tentação. Principalmente em meses em que o orçamento está mais apertado, porém os juros são absurdos e não vale tanto a pena como aparenta. Acredite, sua dívida pode facilmente dobrar ou triplicar devido a isso.

Planeje os seu gastos do mês

Essa aqui é a dica de ouro! Tenha um planejamento financeiro como o seu melhor amigo. Será ele que te ajudará a saber o que é melhor pagar à vista e o que pode ser pago no cartão de crédito. Além, é claro, de evitar dívidas no final do mês. Fazer isso é muito importante, por isso deixe a preguiça de lado e monitore seus gastos. 

(Já conhece o app gratuito de organização da Positive Company? Clica aqui então

Usufrua do programa de pontos

Uma das formas de fazer seus gastos resultarem em “ganhos” são os programas de pontos. Esses programas são oferecidos por algumas linhas de cartões que seguem a lógica de o quanto você consome, você junta pontos e eles podem ser trocados por serviços e produtos depois. Uma maneira de compensar aqueles gastos e também de economizar em viagens, por exemplo.

Check point das Boas práticas 

  • Saiba a data do fechamento e pagamento do cartão;
  • Pague sempre o valor total da fatura;
  • Evite ter mais de um cartão de crédito;
  • Em compras online, verifique se o site possui protocolo de segurança e se é confiável;
  • Personalize o seu cartão com adesivos para evitar que ele seja trocado em uma tentativa de golpe;
  • Não some o limite à sua renda mensal, criando assim um super salário inexistente;
  • Não empreste ou forneça a sua senha;
  • Não utilize o crédito rotativo. 
na imagem close de cliente pagando com cartão de crédito | O Guia do Cartão de Crédito
Foto: gpointstudio

Como funcionam as compras parceladas? 

Um benefício que se transforma facilmente em um monstro é a facilidade de fazer compras parceladas, pois a sensação de que ainda há como consumir por ter dividido a compra é muito forte, além de ser explorada a fundo pelos profissionais de vendas. Por isso, entender o funcionamento das parcelas tem que ser algo na ‘ponta da língua’, para que não haja o efeito bola de neve.

Ao fazer compras parceladas no cartão de crédito, as parcelas também consomem o limite do seu cartão. Nesse sentido, o seu limite total fica comprometido e não, o seu limite do cartão não é mensal, ele é um limite total e que você paga mensalmente. Logo, conforme você efetua o pagamento das faturas, o seu limite é  restabelecido.

Pra você entender melhor, segue o exemplo:

Você possui um limite de R$1000,00 no cartão e faz uma compra de R$600,00 parcelada em seis vezes.

R$ 600,00 / 6 = R$ 100,00 (mês)

Isso significa que do seus R$1000,00, o limite utilizável do meu cartão vai cair para R$400,00, pois durante os próximos 6 meses você terá que pagar o valor da compra. Você só voltará ao valor normal de R$1000,00 após o pagamento de todas as parcelas. 

Valor da compra: 
R$ 600,00
Quantidade de parcelas 6Valor da parcelaR$ 100,00Limite total:
R$ 1000,00
Parcela 1R$ 100,00

Limite utilizável:
R$ 400,00
Parcela 2R$ 100,00

Limite utilizável:R$ 500,00
Parcela 3R$ 100,00

Limite utilizável: R$ 600,00
Limite utilizável após a compra:
R$ 400,00
Parcela 4R$ 100,00

Limite utilizável:R$ 700,00
Parcela 5R$ 100,00

Limite utilizável:R$  800,00
Parcela 6 R$ 100,00

Limite utilizável:R$ 900,00
Limite utilizável após o pagamento de total:
R$ 1000,00

Fique de olho: alguns estabelecimentos acrescentam juros quando você divide o pagamento em várias  parcelas. Isso compromete ainda mais o seu limite.

Tarifas que o banco pode cobrar do seu cartão 

Estar atenta/o ao que seu banco pode oferecer de benefício é bom, mas melhor ainda é ter atenção ao que ele pode cobrar de você. Segundo o BC, há 8 tarifas as quais um banco ou instituição pode cobrar de seus usuários/clientes. Elas são:

  1. Anuidade
  • Cobrada a cada 12 meses, essa tarifa pode ocorrer uma vez ou dividida em parcelas mensais. 
  • Muitos cartões isentam esta tarifa a partir de um gasto mínimo. Para saber se o seu cartão se aplica a esta regra, basta entrar em contato com a central de atendimento ao cliente dele. 
  1. Emissão de segunda via do cartão
  • Acontece quando você perde o seu cartão e precisa solicitar um novo ao seu banco.
  1. Uso do cartão para saque em espécie
  • Essa tarifa é cobrada quando você utiliza o cartão de crédito para sacar o limite em dinheiro. Funciona como se fosse um empréstimo e a tarifa costuma ser bem alta.
  1. Uso do cartão para pagamento de contas (como faturas e boletos de cobranças de produtos e serviços)
  •  Cobrada quando se paga contas como água, telefone e energia elétrica com o cartão de crédito.
  1. Pedido de avaliação emergencial do limite de crédito
  •  Serviço cobrado caso o cliente faça compras acima do limite disponível pelo cartão
  1. Envio de mensagem automática relativa à movimentação ou lançamento na conta de pagamento vinculada ao cartão de crédito.
  • Algumas instituições podem cobrar as notificações que enviam ao seu usuário, mas em grande maioria essas movimentações podem ser acompanhadas nos app de cada banco.
  1. Fornecimento de plástico de cartão de crédito em formato personalizado
  2. Fornecimento emergencial de 2ª via de cartão de crédito

Outras tarifas adicionais as quais você não tenha conhecimento podem e devem ser constatadas junto a instituição e judicialmente. Lembre-se que há uma regulamentação a qual é possível recorrer em casos de abusos na cobrança de tarifas.

na imagem  uma mulher de negócios jovem com cartão de crédito em fundo amarelo  | O Guia do Cartão de Crédito
Foto: lifeforstock

Cartão de crédito sem anuidade 

A anuidade é, muitas vezes, um problema! Ela é uma tarifa que está ali tumultuando muito o dia a dia e que nem sempre vale o valor que é cobrado. Ainda mais, quando não há benefícios ou um retorno que valha o gasto. Com o aumento do número de Fintechs (Startups Financeiras) que trazem facilidade no atendimento digital, além de menos custos, já que não possuem agências físicas, os cartões que não possuem anuidade ganharam um grande espaço no gosto dos brasileiros.

Os cartões sem anuidade são bem característicos dessas fintechs e são mais acessíveis (o que pode ser algo bom e ruim ao mesmo tempo); algumas das instituições deste perfil são:

  • Nubank;
  • Banco Inter;
  • Banco Next;
  • DIGIO; 
  • CD BANK; 
  • MEU PAG; 
  • NEON; 
  • Banco Original;
  • Credicard.

Mesmo trazendo muitos benefícios, é sempre importante lembrar de verificar antes de contratar o serviço, porque algumas empresas possuem mais de um cartão de crédito e não são todos que possuem essa isenção. Não feche nenhum contrato de serviço sem antes verificar quais são seus direitos e deveres.

Como funciona o rotativo 

Se te perguntarem o que é “cair no rotativo do cartão de crédito”, você vai saber o que é? Algumas pessoas podem até explicar, mas como ele funciona e o quanto ele é problemático, são poucas as que compreendem. Pensando assim, vamos a uma histórinha rápida.

Você pegou uma mochila com 5 pedras emprestadas com Paula e está levando essas pedras até o Carlinhos, ao chegar perto de Carlinhos você está cansada e só consegue deixar 2 pedras, que é o mínimo que ele aceita receber.

Após isso, você volta até Paula e pega mais 5 pedras e elas se juntam com as outras 3 que sobraram da primeira ida até Carlinho. Após perceber isso, Paula fala que irá te emprestar mais uma pedra, para compensar que você só deixou só duas na primeira ida até Carlinhos.

Você caiu no rotativo, o que era uma entrega de 5 pedras se tornaram 9 de uma ida para outra.


Troque agora: 

  • Pedras por dinheiro;
  • Paula pelo banco;
  • A mochila pela fatura;
  • Carlinhos pela pagamento da fatura;
  • O trajeto entre Paula e Carlinhos pelo mês ;
  • Cansaço pela falta de dinheiro.

Portanto, o rotativo é quando você não consegue pagar o valor total da fatura até o vencimento, ela pode se estabelecer em duas opções:

  • pagar o valor mínimo 
  • pagar valor menor que o total 

Ao fazer isso, o valor restante é financiado (como um empréstimo que a instituição financeira te faz automaticamente) pelo crédito rotativo. 

Isso significa que o valor que faltou vai ficar em aberto e entrará na fatura seguinte. Sendo assim, na fatura seguinte, além do gasto do mês, é preciso pagar o valor que ficou em aberto da fatura anterior, junto a incidência de juros em cima do valor em aberto. Caso isso não aconteça, você terá a opção de parcelar a fatura com acréscimo de juros e IOF, fazendo sua mochila ficar pesada demais para aguentar. 


Fique de olho: o pagamento mínimo é permitido somente por um mês. Após utilizado, só depois de quitar todo o saldo do rotativo que a opção poderá ser utilizada novamente.

[na imagem um empresário pagando com cartão de crédito online | o guia do cartão de crédito
Foto: wayhomestudio

Como ganhar dinheiro com cartão de crédito

Um pouco acima falamos sobre um benefício que é bem interessante nos cartões de crédito, que são os programas de pontos. Eles são uma das formas que você pode fazer dinheiro com o seu cartão de crédito, isso mesmo! Você utiliza e depois pode converter o seus pontos em dinheiro, acompanhe aqui que vamos te explicar melhor.

Programa de benefícios / recompensas

Em alguns cartões é possível fazer parte de uma rede de recompensas, mas para isso, em algumas linhas de cartões e instituições, é necessário pagar um valor mensal ou então a anuidade do cartão para participar destes programas. Em outros não tem custo nenhum! Por isso, você deve sempre verificar qual é o seu tipo de contratação.

Mas, em resumo, o programa funciona assim:

Você consome no cartão, o valor que você gasta é convertido em pontos que são acumulados e registrados no sistema da instituição e depois consegue trocá-los por produtos e serviços. 

“Devo pagar para participar?” Bem, isso vai depender da sua relação de retorno.

Desse modo, é necessário fazer uma relação de custo benefício para saber se será vantajoso ou não. Um exemplo pode ser observado quando seu objetivo é não usar muito o cartão, logo não terá muitos pontos e demorará um longo período para desfrutar desses benefícios.

Convertendo pontos em milhas

Alguns cartões de crédito oferecem programa de milhas. Isso significa que o valor que você gasta será convertido em pontos e depois poderão ser trocados por passagens aéreas. 

Essa é uma forma de economizar em viagens e para quem não gosta ou não tem o costume de viajar, ainda assim pode ganhar dinheiro com milhas, já que é possível vendê-las em sites especializados nesse tipo de negociação.

Recebendo cashback

Esse molde de retorno tem se tornado muito comum nos últimos anos, ele se constitui da seguinte forma: você paga as suas contas e recebe uma porcentagem do valor de volta na sua conta e assim poderá usar esse valor em outras compras ou até mesmo investi-lo em algo.

Endividei com o cartão, e agora? Como renegociar?

na imagem uma jovem estudante olhando para o cartão de crédito em sua mão com cara de impressionada, nas costas tem uma mochila e o fundo é na cor laranja. | O Guia do Cartão de Crédito
Foto: stockking

Caso haja dívidas de cartão ou cheque especial, é necessário  quitar ou negociar o mais rápido possível. O primeiro passo é sentar em uma cadeira e fazer contas. Não dá para negociar a sua dívida sem antes saber como irá pagá-la, correto? Então, ao perceber que está endividada, faça o seu diagnóstico financeiro e perceba onde está o problema e defina quais atitudes serão tomadas para quitar essa dívida.

Para fazer seu diagnóstico, peça à emissora do cartão para solicitar o CET (Custo efetivo total) da dívida. Só assim você terá o real valor  da sua dívida e isso é obrigação do seu Banco fornecer. Elabore um plano de negociação que se encaixe na sua possibilidade de pagamento sem ter que tomar outras atitudes. Apresente ao banco e veja a contraproposta. Caso a proposta de negociação do banco não for vantajosa,  procure alternativas mais baratas como o empréstimo com garantia.

O processo de quitação da dívida deve ser levado a sério, porque ao não fazer o pagamento da dívida poderá fazer seu nome ser negativado no SPC/Serasa e te impossibilitar a obter outros produtos financeiros, fazer compras e até ter que adiar a conquista dos seus sonhos.

Renegociação da dívida levando em conta algum imóvel em garantia

Uma forma de quitar é fazendo um empréstimo de juros menor que a dívida do cartão, colocando como garantia um bem, que pode ser um imóvel ou veículos. O lado compensatório são os juros desse tipo de empréstimo, que são bem menores e com longos prazos para serem pagos. Dessa forma facilita a quitação da sua dívida, pois você troca uma dívida com juros altos (cartão) por uma dívida  com juros baixo (imóvel e bens) tornando mais fácil de ser paga.

Funciona assim:

Em caso de veículos (carro ou moto) 

Chama-se Empréstimo com garantia de veículo, o qual poderá ser carro ou moto. Nesse modelo, você fará um empréstimo garantindo o pagamento e reduzindo as chances de não pagar colocando o seu veículo como garantia. O veículo continuará no nome do cliente, mas alienado ao banco ou instituição financeira, ao quitar o empréstimo o carro sai dessa situação.

Em caso de Imóveis

Os juros também são baixos, algo a partir de 1,15% ao mês, prazo de pagamento longo – 60 a 180 meses. Isso permite ter um valor maior de empréstimo do que comparado a um veículo, em caso de dívidas maiores é uma boa opção. Não é necessário vender o imóvel, você continua morando ou alugando o seu imóvel.

Nessa modalidade, a proprietária/o (também podemos chamar de endividada/o nesse caso), transfere o imóvel para o banco em forma de contrato e ao final do pagamento do empréstimo o imóvel volta ao seu nome. Mas, lembre-se que é preciso ter controle, verificar o que realmente pode ser pago e não contrair outras dívidas, caso contrário você só estará aumentando suas dívidas.

Hora de tomar uma decisão!

Viu só? Mesmo cheio de peculiaridades, o cartão de crédito não é esse bicho papão todo quando é conhecido e usado de forma consciente. Por isso, é necessário ter conhecimento da sua capacidade de autocontrole em relação ao consumo e também se está disposta a manter o limite no uso do cartão. Aprender a gerenciar seus gastos é o primeiro passo para ter uma saúde financeira estável, comece a se organizar e sempre se lembre que cartão de crédito não é extensão de sua renda.

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